A
Agência vai à Guerra.
Um fascinante relato de como um experiente agente da CIA liderou a
primeira campanha de guerra contra o terror. Sob sua direção, no outono
de 2001, as pequenas equipes de agentes da CIA e das Forças Especiais
dos Estados Unidos, junto com aliados afegãos, se uniram para combater
milhares de partidários da Al Qaeda e do Talibã e destituí-los de seu
controle sobre o Afeganistão. As memórias de Henry Crumpton revelam as
mudanças pelas quais a agência de inteligência norte-americana passou e
que permitiram à CIA enfrentar o terror com recursos e sucesso sem
precedentes.
A arte da inteligência combina o heroísmo da clássica
espionagem com reflexões sobre o futuro da guerra e do trabalho da
inteligência.
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terça-feira, 9 de julho de 2013
A arte da inteligência
Tradução
Comentário: Obra atualíssima e esclarecedora que aborda a trajetória de Henry Crumpton, um dos mais destacados líderes da CIA, que atuou em diversos cargos, compondo um incomparável portfólio de experiências, desde recrutamento na África e operações encobertas em países exóticos, até a atuação no departamento de recursos nacionais e inclusive na diplomacia, culminando, é claro, com o comando da campanha no Afeganistão – parte mais extensa do livro, com relatos sobre a estratégia e as operações. O livro desmistifica a atividade da inteligência e permite ao leigo ter uma ideia de como as coisas funcionam no universo da espionagem. Tradução desafiadora em muitos aspectos, mas nesse ramo invariavelmente é assim: quanto maior o desafio, maior é orgulho de ver o belo resultado final.
sexta-feira, 31 de maio de 2013
Tragédia em três atos
TRADUÇÃO
TRAGÉDIA EM TRÊS ATOS
Agatha Christie
Tradução de Henrique Guerra
Tradução de Henrique Guerra
Mais um romance brilhante de Agatha Christie
Na bucólica casa de praia do famoso ator Sir Charles Cartwright, um jantar entre amigos toma um rumo surpreendente. Entre os convidados, um homenzinho de bigode e olhar perspicaz chamado Hercule Poirot...
A possibilidade de um assassinato paira no ar e assusta os demais convivas – entre os quais, o sr. Satterthwaite, amigo de longa data que convencerá o detetive belga a embarcar em uma investigação minuciosa. Poirot precisará usar toda a sua habilidade para desvendar o mais desconcertante mistério envolvendo um crime: a falta de um motivo.
"É quase impossível adivinhar o final antes de Hercule Poirot fazer a grande revelação” - The Times Literary Supplement
domingo, 26 de maio de 2013
A obra de Salvador Celia
copreparação de texto
A OBRA DE SALVADOR CELIA
O psiquiatra e educador Salvador Celia foi um dos pioneiros da psiquiatria da infância no Brasil. Com seu trabalho, conciliou a psiquiatria nos moldes tradicionais com as intervenções comunitárias, tendo sido responsável por projetos de repercussão internacional nesse campo.
Este livro, organizado de forma a apresentar todo o legado desse ícone da promoção da saúde mental, reúne tanto escritos de Salvador Celia como depoimentos de profissionais de diversas partes do mundo que o conheceram e compartilharam seu trabalho.
Comentário: Conheci o Dr. Salvador Celia pelo simples fato de que sou casado com a sobrinha dele, a Andrea, mãe de meus dois filhos. Infelizmente o Dr. Salvador só conheceu o meu primogênito, nascido em 2007; o segundo nasceu em 2012, após o falecimento do Dr. Salvador. Fui uma das pessoas que incentivou a viúva D. Isabel Celia a compilar os escritos esparsos do marido (que em vida não coligira sua importante obra) como forma de perenizá-los e permitir que mais pessoas tivessem acesso a eles. Ela me pediu que lesse os textos e fizesse uma pré-preparação antes de serem enviados à Editora. Foi o que fiz, passando para a nova ortografia e deixando os textos mais redondos, com prazer e sem cobrar nada, e aprendi bastante sobre a difícil tarefa de educar crianças. Uma imagem jamais vou esquecer: a da tribo de índios cujos pais abraçam longamente os filhos e sentem sua respiração. Relatos afirmam que as crianças dessa tribo crescem mais saudáveis devido ao vínculo afetivo familiar. Exemplos como esse são muitos nas páginas desta obra de uma pessoa preocupada com as crianças, e que teve a oportunidade de brincar com o meu filho, inclusive fazê-lo rir, mostrando a língua e fazendo palhaçadas. Um dos públicos-alvo deste livro consiste em pais de filhos pequenos interessados em ampliar seu conhecimento e obter subsídios para melhor educar os rebentos.
A OBRA DE SALVADOR CELIA
A Obra de Salvador Celia
Empatia, Utopia e Saúde Mental das Crianças
Autor: Celso Gutfreind; Isabel Leite Celia; Norma Beck; Victor Guerra
Editora: Artmed- Formato: 14X21
- Peso: 0,38 kg
- Páginas: 264
- ISBN: 9788582710104
- Ano: 2013
O psiquiatra e educador Salvador Celia foi um dos pioneiros da psiquiatria da infância no Brasil. Com seu trabalho, conciliou a psiquiatria nos moldes tradicionais com as intervenções comunitárias, tendo sido responsável por projetos de repercussão internacional nesse campo.
Este livro, organizado de forma a apresentar todo o legado desse ícone da promoção da saúde mental, reúne tanto escritos de Salvador Celia como depoimentos de profissionais de diversas partes do mundo que o conheceram e compartilharam seu trabalho.
Introdução......................................................................................... 19
Celso Gutfreind
Parte 1
Saúde mental, grupos e comunidade
1 A experiência do Clube: cocriação em
uma comunidade terapêutica..................................................... 30
Norma Beck e Salvador Celia
2 Principais aspectos psiquiátricos na infância............................ 41
S alvador Celia
3 Grupos comunitários............................................................... 48
Salvador Celia
4 Parentalidade e pobreza: uma experiência brasileira.................. 57
Salvador Celia
5 O pediatra como agente de saúde mental................................ 65
Parte 2
A saúde mental sem dramas: o teatro
6 O teatro como fator de mobilização da comunidade................... 74
Salvador Celia
7 Criatividade e espaços lúdicos: sua importância
no desenvolvimento humano..................................................... 80
Salvador Celia
Parte 3
Os bebês e a psicoterapia
8 O futuro das psicoterapias na infância...................................... 90
Salvador Celia
9 A importância das intervenções precoces no
desenvolvimento do bebê................................................................... 95
Salvador Celia, Luciana dos Santos Celia Fossari
e Márcio Accioly Sippel Fossari
10 Construindo a aliança terapêutica nas terapias
da primeira infância........................................................................ 103
Salvador Celia
Parte 4
Desenvolvimento e resiliência
11 Promoção da saúde e da resiliência........................................... 114
Salvador Celia
12 Resiliência: projetos de vida....................................................... 121
Salvador Celia
13 Resiliência: pele psicossocial.................................................... 131
Salvador Celia
14 Programas de intervenção na primeira infância no Brasil.............. 147
Parte 5
O Professor Salvador: o ensino da saúde mental
15 Observação de bebês na graduação médica.............................. 156
Salvador Celia, Odon Frederico Cavalcanti Carneiro Monteiro,
E lisa Lunardi Munaretti, Vanessa Breitenbach, Máurer Pereira Martins,
A lessandra Papadopol, Graziela Riboli Piccinini e Luciara Eloisa Matte
16 Estudantes de Medicina ajudam adolescentes a serem mães... 166
Salvador Celia, Carmen Nudelmann, Daniella Manganelli,
Luciano Passos e Raquel Pancotto
Parte 6
Balanço final para recomeçar
17 A importância da continuidade dos laços
na construção dos vínculos............................................................. 174
Salvador Celia
18 Cultura e psicopatologia no Brasil............................................. 189
Salvador Celia
19 Psicopatologia da vida moderna versus recursos
e mobilizações terapêuticas............................................................ 196
Salvador Celia
Parte 7
Ecos do Salvador
Argentina
20 “Bordando condições de mais dignidade”:
entrevista com Salvador Celia............................................................... 208
Ricardo Gorodisch
Brasil
21 Salvador Celia e, afinal, o que cura em psicanálise....................... 222
Celso Gutfreind
22 O Salvador dos bebês................................................................. 234
Tailor Diniz
23 Um compromisso eticopolítico, multiplicidade de
invenções e diversidade de planos de intervenção.............................. 241
Sandra Fagundes
França
24 Salvador, uma ponte de sopro e de chama.................................. 245
Alberto Konicheckis
25 Mensagem................................................................................ 247
Antoine Guedeney
Portugal
26 Olá, amigo!............................................................................... 249
Augusto Carreira
Suíça
27 Mensagem............................................................................... 252
Sandra Rusconi Serpa
Uruguai
28 História de encontros................................................................. 255
Julia Ojeda de Prego
29 Salvador Celia: o amigo inquebrantável da América Latina............. 258
Miguel A. Cherro Aguerre
30 Instruções para não esquecer a voz de Salvador........................... 262
Victor Guerra
Comentário: Conheci o Dr. Salvador Celia pelo simples fato de que sou casado com a sobrinha dele, a Andrea, mãe de meus dois filhos. Infelizmente o Dr. Salvador só conheceu o meu primogênito, nascido em 2007; o segundo nasceu em 2012, após o falecimento do Dr. Salvador. Fui uma das pessoas que incentivou a viúva D. Isabel Celia a compilar os escritos esparsos do marido (que em vida não coligira sua importante obra) como forma de perenizá-los e permitir que mais pessoas tivessem acesso a eles. Ela me pediu que lesse os textos e fizesse uma pré-preparação antes de serem enviados à Editora. Foi o que fiz, passando para a nova ortografia e deixando os textos mais redondos, com prazer e sem cobrar nada, e aprendi bastante sobre a difícil tarefa de educar crianças. Uma imagem jamais vou esquecer: a da tribo de índios cujos pais abraçam longamente os filhos e sentem sua respiração. Relatos afirmam que as crianças dessa tribo crescem mais saudáveis devido ao vínculo afetivo familiar. Exemplos como esse são muitos nas páginas desta obra de uma pessoa preocupada com as crianças, e que teve a oportunidade de brincar com o meu filho, inclusive fazê-lo rir, mostrando a língua e fazendo palhaçadas. Um dos públicos-alvo deste livro consiste em pais de filhos pequenos interessados em ampliar seu conhecimento e obter subsídios para melhor educar os rebentos.
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Morte na Mesopotâmia
TRADUÇÃO
Tradução de Henrique Guerra
Pré-Lançamento
Comentário: Fiquei muito orgulhoso e feliz ao saber que uma tradução minha foi escolhida para participar da Coleção Premium, compostas por edições pocket luxo, capa dura. Ainda mais um livro em que colaborei não só com a tradução, mas também com a quarta capa. Agradável surpresa. Em tempo: sei de ao menos uma leitora ilustre desta tradução, na edição pocket normal: a Prof. Adila Beatriz Naud de Moura, diretora do curso de Letras da Unisinos.
MORTE NA MESOPOTÂMIA
MURDER IN MESOPOTAMIA
Agatha ChristieTradução de Henrique Guerra
Pré-Lançamento
“Insinuante e inventivo, cativa do começo ao fim.” New York Times
No sítio arqueológico de Tell Yarimjah, às margens do rio Tigre, a enfermeira Amy Leatheran recebe a missão de cuidar da frágil e enigmática Louise Leidner, esposa do arqueólogo-chefe. Em meio à sinistra atmosfera e ao bizarro comportamento dos membros da expedição, a tarefa aparentemente simples é interrompida por um intrigante assassinato. Quando tudo indica que o crime permanecerá impune, a polícia local solicita a colaboração do extraordinário Hercule Poirot, de passagem em terras iraquianas. Posto à prova no exótico cenário, o arguto detetive belga enfrenta o desafio de desvendar um de seus casos mais insólitos.
Título:
| MORTE NA MESOPOTÂMIA |
Título Original:
| MURDER IN MESOPOTAMIA |
Catálogo:
| Coleção L&PM Pocket |
Gênero:
|
Romance
Romance policial |
Série:
| Premium Agatha Christie |
Cód.Barras:
| 9788525426024 |
ISBN-13:
|
978-85-254-2602-4
|
Páginas:
| 288 |
1° Edição:
| maio de 2013 |
Comentário: Fiquei muito orgulhoso e feliz ao saber que uma tradução minha foi escolhida para participar da Coleção Premium, compostas por edições pocket luxo, capa dura. Ainda mais um livro em que colaborei não só com a tradução, mas também com a quarta capa. Agradável surpresa. Em tempo: sei de ao menos uma leitora ilustre desta tradução, na edição pocket normal: a Prof. Adila Beatriz Naud de Moura, diretora do curso de Letras da Unisinos.
Morte nas nuvens
tradução
MORTE NAS NUVENS
Agatha Christie
Tradução de Henrique Guerra
“Apenas um leitor muito sagaz não será surpreendido pelo final.”
Times Literary Supplement
Durante um voo de Paris a Londres, Madame Giselle, uma agiota, morre subitamente. A arma do crime não poderia ser mais absurda: um dardo envenenado cravado no pescoço da vítima. Mas quem conseguiria utilizar uma zarabatana dentro de um avião? E sem ser visto por ninguém? Todos os passageiros são interrogados pela polícia. Entre eles está Hercule Poirot: ele simplesmente não consegue aceitar que um assassinato foi cometido bem debaixo do seu nariz. O detetive começa a investigação, mas desta vez os riscos são altos – afinal, é um dos principais suspeitos do crime.
Considerado um dos casos mais difíceis de Poirot, Morte nas nuvens é um mistério ao mesmo tempo divertido e intrincado, em que cada detalhe faz toda a diferença.
Título:
| MORTE NAS NUVENS |
Catálogo:
| Coleção L&PM Pocket |
Gênero:
|
Romance
Romance policial |
Série:
| Agatha Christie |
Cód.Barras:
| 9788525427670 |
ISBN-13:
|
978-85-254-2767-0
|
Páginas:
| 256 |
1° Edição:
| abril de 2013 |
Comentário: Para traduzir as partes sobre odontologia, anotei minhas dúvidas e contei com a ajuda da Dra. Júlia Beck, que conferiu minhas decisões tradutórias e fez sugestões. Outra parte que demandou muita pesquisa foi a lista de pertences de cada passageiro do avião, por se tratar de itens avulsos, às vezes ambíguos. Além disso, lembro que fiz uma enquete entre dez amigas para tomar a decisão entre "blush" ou "ruge". Fato marcante nesta tradução, que me ensinou muito sobre o ofício, foi me deparar com um trecho não politicamente correto, que na tradução de Milton Persson contava com uma nota de rodapé dizendo que o "racismo na época era politicamente correto". Tenho certeza de que se Agatha soubesse o público-alvo da obra traduzida (o leitor brasileiro multirracial do século XXI) teria autorizado a omitir uma frase deste livro sem pestanejar. Ao traduzir sempre me coloco na pele do leitor. Mas esse tipo de decisão não cabe ao tradutor, que sempre deve saber e reconhecer o seu lugar e seus limites. Por isso, consultei os editores e a frase foi mantida. Afinal de contas, a obra de Agatha já entrou para o "cânone" da literatura policial assim como ela é, com todas as idiossincrasias, para o bem e para o mal.
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